Domingo, Agosto 12, 2007

Death Note

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Como você vê o mundo? Você acredita que a justiça é falha e a mesma deveria ser feita com as próprias mãos, eliminando os "podres" da sociedade, ou pra você a justiça funciona e prefere que a tarefa de cuidar dos maus caiba às autoridades? Esse é o mote de Death Note, um anime/mangá muito inteligente, que realmente faz você pensar, um anime onde não há aquela velha definição de bem e mal, tudo depende do seu ponto de vista. Em Death Note seguimos a história do estudante Raito Yagami(Light Yagami no mangá brasileiro), um jovem com um forte senso de justiça, que vê o mundo onde vive como um lugar podre, cheio de maldade, egoísmo e inveja. Mas sua vida muda drásticamente ao encontrar um estranho caderno em sua escola. Na capa do caderno estava escrito "Death Note" e em seu interior algumas regras de uso bem interessantes para Raito, em resumo, aquele que tiver seu nome escrito no caderno morrerá. Após testar o caderno e receber a visita do Shinigami(deus da morte) Ryuuku, Raito começa a "purificar" o mundo, se livrando dos piores criminosos, e é aí que entra em cena L. L é um detetive, mas não qualquer um, trata-se do maior detetive do mundo(esqueça o Batman), que é mandado para investigar o caso Kira(como é chamado o assassino de criminosos), já que tem certeza que não é coincidência a morte de tantos criminosos por ataque acardíaco. Em L temos a perfeita antítese de Raito, embora ambos sejam geniais, possuem visões de mundo contrárias. L acredita que as pessoas precisam pagar por seus crimes de forma justa, não ser assassinados, para ele o sistema atual funciona e Kira não passa de um assassino comum, como aqueles que mata. Daí pra diante temos um grande duelo intelectual entre L e Kira, o qual não contarei mais detalhes para não estragar essa grande história, na verdade farei um curto apanhado geral sobre o anime, o mangá e live-action.
Anime e Mangá
O anime e o mangá são muito parecidos, por isso falarei de ambos ao mesmo tempo. Tanto faz qual dos dois você decida por ler/assistir, já que os dois possuem exatamente a mesma história e situações, com mudança de mínimos(quase imperceptíveis) detalhes, com excessão do final, que é diferente. Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket A arte de ambos é linda, embora lógicamente o anime ganhe nesse aspecto graças as cores e animações. O mangá também tem partes coloridas, geralmente no começo de certas histórias, algo que eu já havia visto antes em "Ah! Megami Sama(Oh! My Goddess)". Recomendo altamente os dois, embora a história dê uma pequena decaída após a metade, ainda vale a pena acompanhar até osurpreendente final. E confie em mim, a anime e o mangá são os formatos ideais para conhecer Death Note, o motivo saberá a seguir. Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket
O Live-Action
Após o grande sucesso de Death Note, nada mais natural que expandir o mangá para todas as mídias possíveis, mas infelizmente a versão live-action ficou longe da genialidade das versões desenhadas. Temos dois live-actions que seguem apenas de leve a história original, infelimente eliminando a maior parte da inteligência da série. Para piorar existem buracos imensos no roteiro, atuações terríveis(principalmente do Raito bobo alegre daqui, que em nada lembra o original). Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Sem falar do tosquíssimo L, que mais parece um cosplayer do que um ator, veja a maneira de segurar a colher, que tentou imitar o personagem original mais ficou altamnete sem naturalidade, e sua cômica(no mal sentido)  queda da cadeira no segundo e chore de desespero. Soube que estão fazendo um terceiro, vou assistir por curiosidade, mas  a menos que você seja tão curioso cquanto eu fique com o anime e o mangá e mantenha distância desses live-actions.
Finalizando
Death Note é excelente, recomendadíssimo para quem gosta de um anime/mangá mais sério e não quer desligar o cérebro enquanto assiste/lê. Agora, isso vale apenas para as versões desenhadas, se você começar pelo Live-Action pode pegar aversão à série.

Sexta-feira, Agosto 10, 2007

Final Fantasy VI Vs. Final Fantasy VII (Sem Spoiler)

Estava eu pensando em fazer um review desses dois jogos, que são meus Final Fantasies preferidos, mas em vez de fazer analisá-los separadamente, decidi fazer algo que nunca vi, uma "resenha casada", ou seja, falo sobre os dois, seus pontos fortes, fracos, suas qualidades e defeitos. E ao mesmo tempo os comparo, já que adoro os dois, mas nunca parei pra pensar: Qual o melhor?
Bem vamos começar pelo VI, esse foi o primeiro Final Fantasy que joguei, e foi graças a ele que me tornei fã dessa série, ele que me fez jogar também o IV, o V, o IX e é claro o VII.
Na época não conhecia nada sobre RPGs, sim, sou fã de Zelda desde meus 8 anos de idade, mas não o considero como um RPG e sim como um action/adventure. Na verdade se fossemos usar a visão de "RPG Puro" nem FF o seria, mas isso é assunto pra uma futura matéria.
Final Fantasy IV me impressionou desde o começo, em poucas horas de jogo já havia percebido que sua história e narrativa estavam anos luz a frente de tudo que já havia experimentado em matéria de games.
No jogo somos apresentados a Terra, uma garota que trabalhava para o poderoso império sediado em Vector. Após uma missão de reconhecimento na cidade minerador Narche, Terra depara-se com um Esper congelado, uma criatura que acreditava-se estar extinta há mil anos.
Após o encontro, seus companheiros Biggs e Wedge(sim, nomes inspirados em Star Wars) desaparecem de repente e na cabeça e Terra muitas memórias vem a tona.
Terra se lembra dos tempos como soldado imperial e de todas as coisas más que fez por ordem de Ghestal, então com o desenrolar da história acaba se unindo ao grupo rebelde "Returners".
A partir desse mote básico entramos em uma história maravilhosa e emocionante, que já naquela época(1994) lidava com temas sérissimos, desde suicídio até gravidez na adolescência, e trazia personagens carismáticos e inesquecíveis, cada um com sua própria estória bem desenvolvida.
No VII temos uma história que trata de temas bem atuais, embora de forma simbólica.
Como assim?
Bem, a história conta que a o planeta possui uma energia de vida, chamada "Lifestream", todos os seres vivos vem de lá e após sua hora chegar retornaram para lá. Sem essa energia o planeta morreria, já que trata-se de sua "vida".
Pois bem, acontece que existe uma grande companhia chamada Shinra, e a mesma está drenando o Lifestream para transformá-lo em energia Mako, algo que facilita a vida das pessoas mas agride o planeta em muitos sentidos, além de sugar sua fonte de energia também polui o ambiente e levou à extinção de espécies animais. Além de, é claro, encher os bolsos dos executivos da Shinra, que mesmo sabendo dos efeitos colaterais continuam investindo na energia mako.
Então, lembra ou não a atual situação moderna? Quando o jogo foi feito ainda não havia o protocolo de Kyoto, hoje em dia o tema do jogo está mais atual do que nunca, visto que os EUA, que são o país que mais polui no mundo, não aceitou o protocolo, por ser muito custoso para a ecônomia.
Voltando ao jogo, Final Fantasy VII tem bem menos personagens que seu antecessor, e nas batalhas eles não possuem capacidades tão diferentes entre eles.
Aqui cada um pode usar apenas um tipo de arma diferente, mas no VI eles tinham habilidades especiais, por exemplo ,as Tools de Edgar, ou Steal de Locke.
Para compensar essa falta o VII tinha um novo sistema chamado Limit Break, com ele os personagens possuíam uma barra que ia se enchendo a medida que se tomava dano. Uma vez cheia o personagem tinha acesso a um golpe muito mais poderoso que o normal e a medida que se evoluía novos Limits eram ganhos.
Já os personagens em si são carismáticos e memoráveis em ambos, nesse aspecto não há ressalvas e nenhum leva vantagem sobre o outro.
Se Sephiroth é um vilão memorável, Kefka não faz por menos, pois é um homem comum com sonhos de grandeza e poder, já Sephiroth sempre foi poderoso mas acaba sucumbindo à loucura após descobrir suas verdadeiras origens.
Quanto a momentos da história, ambos têm suas partes emocionantes, embora a cena final do primeiro CD de FFVII, tenha sido a que mais me marcou.

Sistemas

O que mais mudou de um para outro foi esse aspecto.
Embora a maior parte dos menus, inclusive o de batalha, estejam parecidos, forma as pequenas alterações que fizeram toda a diferença.
Pra começar, no VI temos o sistema de Magicites, que são gemas que quando equipadas lhe ensinam magias, além de lhe dar bônus durante os level-ups e te dar a capacidade de fazer o summon do Esper atrelado a ela. Cada personagem só pode ter uma magicite equipada por vez.
Já no VII temos as matérias, que funcionam de forma um pouco mais complexa. Existem diversos tipos de matérias, divididas por cores:

Amarelas: Concedem comandos na batalha, que assim como Fight não gastam MP.
Ex: Steal, Morph, Mimic, Manipulate.

Vermelhas: Summons, ou seja, chama a invocação correspondente a matéria, só podem ser usadas uma vez na batalha e gastam toneladas de MP, mas com a evolução das matérias isso pode ser remediado.
Ex: Shiva, Ifrit, Bahamut, Knights of the Round.

Azuis: Matérias de suporte, só funcionam quando em par com outras matérias, através de slots conectados.
Ex: All, Turbo MP.

Roxas: Causam um efeito direto nos atributos do seu personagem.
Ex: Counter, HP Plus, MP Plus, Speed Plus, Chocobo Lure.

Verdes: Semelhantes às magicites do VI, possibilitam o uso de magias diversas.
Ex: Fire, Cure, Life(esses são nomes de magias e não das matérias em si).

Uma diferença muito importante também está na evolução de ambas. Enquanto no FFVI as magicites ensinam as magias para o personagem, e uma vez conseguido o AP necessário a mesma nunca mais será "esquecida". Já no VII quem evolui é a matéria, ou seja, mesmo que ela seja tirada de uma personagem e passada a outro ele vai continuar
com as mesmas propriedades, mas o primeira personagem não vai usar suas habilidades, e sim aquele que está com a matéria equipada.
Além disso, equipar matérias causam mudanças nos atributos, então atenção.

No restante o sétimo usou a máxima de "Menos é mais", nas batalhas temos três personagens em vez dos quatro do antecessor, e nos equipamentos então nem se fala.
No VI tinhamos: cabeça, braço esquerdo, braço direito, corpo, acessório e mais duas relíquias. Já no VII temos apenas: braço, arma e acessório, mas com a diferença que na arma e braço haviam de 0 a 8 slots para matérias.

De resto nada mudou, ou seja, batalhas aleatórias no mapa, ATB, etc.

Gráficos

Pra mim os do VI são melhores.
Calma segurem as pedradas, vou explicar.
No VII temos pela primeira vez a série em 3D, incríveis cenas em CG, character designs belíssimos do então novato Testsuya Nomura, e fundos pré-renderizados muito detalhados.
Para a época logicamente eram demais e numa compararão direta com o VI são mais bonitas(lógico um pra SNES e o outro para PSX).
Se você acha que estou me contradizendo calma aí, acontece que fora das batalhas e cenas em CG, os personagens eram quadradões em excesso e deixavam muito a desejar. Além disso se comparado com futuros games que sairiam para o Playstation parecia até brincadeira.
Já o VI é belíssimo para o SNES, os cenários além de detalhados usavam efeitos de Mode7, os mesmos modelos de personagens eram usados tanto no jogo em si quanto nas batalhas e possuíam muitas animações que demonstravam bem cada sensação dos peronagesn. Coisa que o VII não fazia, já que fora das batalhas e cenas os personagens são praticamente estáticos, sem expressão.

Música

Embora o aspecto sonoro de ambos seja semelhante, as músicas de Nobuo Uematsu no VI são as melhores da série, os destaques de ambos são: o tema de Celes no Opera House do VI e a épica One Winged Angel, tema da batalha final.

Considerações Finais



Após muito pensar não consegui chegar a uma conclusão sobre qual é o melhor, ambos são obras de arte e merecem ser apreciadas por todo gamer que se prese. Além do que, há muito mais sobre eles que não foi dito nesse texto, já que tentei ao máximo economizar spoilers pra não estragar nada dos maravilhosos enredos.
Então vá jogá-los já, se já não o fez, e pare de perder tempo!




Sexta-feira, Agosto 03, 2007

Preciso de ajuda.

Galera, o blog tá meio parado, é verdade, mas não temam que eu já volto acontece que eu estou estudando pra um concurso público, e além disso tive uma idéia para um novo site, talvez no futuro poste essas idéias milaborantes aqui.
É justamente sobre isso que quero falar, acontece que em programação sou um zero à esquerda, e preciso de alguém para ajudar com o layout do site.
Interessados mandar e-mails para evilcleiton@gmail.com , ou então me deixem um scrap no orkut.
É isso aí, desde já agradeço, e logo o Nerdbanger volta à programação normal.

Terça-feira, Junho 26, 2007

Especial Metroid Parte 3: Os Games

Essa parte demorou bastante pra sair do forno, então sem enrolação vamos lá:

Metroid(NES) - 1987

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O primeiro jogo com Samus Aran foi uma aventura inovadora em muitos sentidos.
Pra começar foi o primeiro com um heroína, sim uma garota. Não que na época os gamers soubessem disso, pois até o manual do jogo sugeria que se trata-se de um homem. Mas quem terminava o jogo tinha uma surpresa, o cara bacana com o qual jogaram até o momento na verdade era uma bela moça.
O game também era totalmente não linear, ou seja, você podia ir onde desse na telha, desde que tivesse meios para chegar lá. Infelizmente era um trabalho árduo não se perder em Zebes, já que na época não existia um mapa.

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Samus começava o jogo bem fraquinha, ela tinha um tiro com alcance curtíssimo e pouca força, e mais nada. Logo você pega a Morph Ball(logo MESMO), e nesse momento percebe que esse não é um game qualquer, aos poucos a heroína vai adquirindo novas habilidades e armas até se tornar forte o bastante para vencer Mother Brain.
No geral Metroid é um clássico, mas se jogado hoje em dia parece bastante difícil, principlamente por que Samus aqui ainda não atirava para baixo e não tinha mapa. Vale pela nostalgia.

Metroid II: Return of Samus(Game Boy)-1991

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A estréia de Samus no Game Boy monocromático não tinha como se afastar mais do original. Aqui você era mais livre ainda para explorar. Mas envez de derrotar em ordem os piratas espacias, tinha que destruir 38 Metroids mais a Rainha, e era isso vocÊ tinha um contador de Metroids no canto inferior direito da tela e aos poucos ía ganhando novas habilidades.
Samus já começava com os mísseis e Morph Ball, e muitas das armas de Super Metroid  surgiram aqui.

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A sensação de estar perdido era muito maior aqui, já que tudo era em preto e branco, já não havia nem as diferenças entre as cores das áreas. Algumas salas eram parecidas demais e a falta de um mapa continuava irritando.
Mas no geral Metroid II vale muito a pena, mas não é para os menos pacientes.

Super Metroid(SNES)-1994


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Esse é O JOGO, o melhor da série e um dos melhores games do SNES ou mesmo da história.
Vamos com calma, vou explicar por que esse game é tão bom.
Para começar a história melhorou e  no o jogo abre com uma recapitulação(essa palavra existe?) dos capítulos anteriores, além de já abrir a cortina da história deste.
Super Metroid corrigiu todos os defeitos dos anteriores, além de inserir novas qualidades que levaram o jogo ao topo.
Finalmente tinhamos um mapa, e o contador de Metroids de Return of Samus tinha ido para o espaço, até por que a missão aqui era totalmente diferente. Agora Samus tinha que resgatar o bebê Metroid  que ela trouxe de SR-388, que foi levado para a colõnia espacial de Ceres e posteriormente sequestrado por Ridley e levado até Zebes.

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Samus tinha quase todas as habilidades dos games anteriores, além de habilidades novas muito bacanas como o Grabbling Beam e o X-Ray Scope, além de novos movimentos que garantiam à Samus uma mobilidade total, bem diferente da dureza do original.
As áreas eram muitíssimo variadas, grandes e belas, além de esconder toneladas de segredos.
Os chefes então nem se fala, um melhor que o outro, com o retorno dos chefes originais(Ridley, Kraid e Mother Brain) e a inclusão de vários outros.
Esse é um jogo que é preciso jogar de qualquer maneira, naõ importa onde ou quando, é obrigatório.

Metroid Fusion(GBA)-2002

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Depois de 8 anos e uma geração inteira sem Samus os jogadores foram presenteados com uma nova aventura portátil, com um clima bem diferente, mais linearidade e um enredo excelente chegava em 2002 ao game boy Advanance a continuação direta de Super Metroid: Metroid Fusion.
O jogo tinha um certo ar de suspensa, já que Samus era seguida por uma espécie de clone malvado, SA-X, que possuía todos os poderes que nossa heroína tinha ao final de Super Metroid, e a nova Samus não era páreo para ela de ínicio.
Como assim nova Samus? Sim cara leitor nerdbanger, Samus agora tinha sofrido uma radical mutação, permita-me explicá-la:
Em uma visita como guarda costas de um grupo de cientistas ao planeta Sr-388, Samus é infectado por um vírus desconhecido até o momento, o Vírus-X, esse vírus tem a capacidade de copiar o visual e habilidades de todas as formas de vida que
entram em contato com ele.

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Samus é levada as pressas para os laboratórios da Federeção e para sobreviver precisa tomar uma vacina feita à base de DNA de Metroids. Para piorar a situção, as partes biológicas de sua armadura sofrem mutação devido ao vírus, o que altera radicalmente o visual da Power Suit.
Voltando ao jogo, Samus não tem novas habilidades aqui, tem um novo movimento, POwer Grip, que lhe permite se agarrar às paredes, e as armas e equipamentos ou são os mesmos de Super Metroid ou variações deles, por exemplo, agora em vez do raio de gelo, temos mísseis dde gelo, que possuem também a capacidade de causar uma grande explosão e espalhar seu efeito congelante pela tela.

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O jogo é muitíssimo mais linear que os anteriores, agora você tem um computador que lhe diz para onde ir, e SA-X e alguns outros inimigos modificam o cenário, fechando alguns caminhos e abrindo outros. Por outro lado, o enredo é maravilhoso, com muitos dialogos, reviravoltas e até algumas cenas em FMV.
Um jogo excelente e recomendadíssimo.

Metroid Zero Mission(GBA)-2004

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Trata-se de um remake do jogo original, mas não vá pensando que sóeles melhoraram os gráficos e sons e lanaçaram um game identico ao primeiro Metroid.
Nada disso, tudo aqui foi refeito, com toneladas de novidades, é um game totalmente novo e uma excelente alternativa para que quiser saber como tudo começõu sem ter que desenterrar um NES. Além disso tráz o jogo original como extra!
O game ainda trazia uma novidade alucinante(parece coisa do narrador da Sessão da Tarde), após derrotar Mother Brain, Samus fugiu de Tourian e sua nave era abatida e ela caía no planeta Zebes, próximo à nave dos Piratas Espaciais. Detalhe: sem a armadura!
Isso mesmo, desse ponto em diante jogamos com Samus sem armadura, sem armas e sem habilidades espaciais, você tem que invadir a nave dos piratas se escondendo, já que você carrega um arma que só é capaz de atordoa-los, isso traz um estilo de jogo completamente diferente de tudo o que já foi visto na série e é emocionante.
E o momento quando você finalmente pega sua armadura de volta dá uma sensação de poder indescritível.
Mais um grande Metroid e mais um jogo obrigatório.

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*****

E terminamos por aqui nosso Super Especial de metroid, nos vemos em breve, na mesma hora e no mesmo canal(ou blog).










Segunda-feira, Junho 18, 2007

Segundo e Último Volume

Acabei de traduzir o segundo volume do mangá de Metroid, e descobri tratar-se do último, ou seja, na parte 2 da matéria de Metroid, deisconsiderem os comentários que fiz sobre o futuro do mangá.
Mesmo assim o mangá é muito bom e recomendado para todos que tem um mínino de interesse na série.
Link: http://www.4shared.com/file/18101758/abbc12be/Metroid_Volume_2.html

Sábado, Junho 16, 2007

Estou dispónibilizando o novo mangá oficial de Metroid em português, que eu mesmo traduzi, diagramei e (des)colori.
O mangá é muito bom e conta a infância de Samus.
Para ler, pode-se descompactar o arquivo e simplesmente ver as imagens.
Mas eu recomendo usar o CDisplay, e ler com o arquivo compactado.

Link do Mangá Volume 1: http://www.4shared.com/file/18024329/12b16cc4/Metroid_Volume_1.html

Link do CDisplay: http://cdisplay.techknight.com/setup.zip

Aproveitem! Em breve mais especial Metroid.

Update: Estou traduzindo o Volume 2, e até agora a Kodansha não lançou um volume 3, o que pode significar que ficou só nisso mesmo, mesmo assim, aproveitem o mangá, e torçam para que a Nintendo e a Kodansha ressuscitem o  projeto.

Sexta-feira, Junho 15, 2007

Especial Metroid-Parte 2 : Os Personagens


Na primeira parte do especial Metroid, aprendemos um pouco sobre as criaturas que dão nome à série, agora nessa segunda parte nos focaremos nos personagens, ou povos que habitam essa galáxia.

Samus Aran

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A personagem principal da série é uma humana nascida no planeta K2-L, uma estação mineradora da Federação Galáctica. Aos 3 anos de idade seu planeta foi atacado por Piratas Espaciais, que sob a linderança de Ridley, devastaram o planeta e mataram todos os habitantes, ou quase todos, a pequena Samus Aran sobreviveu, após ver sua mão Vírginia ser assassinada por Ridley, e logo após seu pai, Rod Aran, dar a vida para destruir os piratas.
A pequena Samus ficou sozinha no planeta, junto com seu amigo, uma espécie de esquilo, chamado Ponchi, até ser resgata-da pelos Chozo.
Então foi levado para o planeta Zebes, onde recebeu sangue Chozo para poder sobreviver no planeta e foi treinada até os 14 anos, quando recebeu sua Power Suit. Esses eventos foram mostrados no mangá oficial, infelizmente ele ainda está na segunda edição, mas não tema o NerdBanger disponibilizará o mangá completo, irei traduzindo a medida que forem saindo.
Essa foi a origem de Samus, mais sobre ela eu conto enquanto falo de cada jogo.

Piratas Espaciais

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Os Piratas são líderados por Ridley( pensava-se que era por Mother Brain, más no mangá vimos que não é bem assim), são uma raça humanoide com um certo aspecto que quase lembra insetos (com excessão dos líderes), existem várias variações deles espalhados por QUASE todos os games da série. Mas eles não aparecem no Metroid original e nem em Metroid 2.
Pouco é sábido sobre sua cultura ou costumes, ao que parece não possuem religião, embora sejam supersticiosos, como é visto em Super Metroid, onde os piratas ficam longe de Phantoom e sua nave fantasma.
Sua maior arma é a engenharia genética desenvolvida, graças a ela são capazes de fazer grandes tropas, sem se preocupar com quaisquer perdas, até mesmo seus líderes já foram ressucitados várias vezes através dela.
Os Piratas Espacias também já obtiveram sucesso na clonagem de Metroids, mas em Super Metroid vemos que suas primeiras tentativas falharam, dando origem aos frágeis Mochtroids.
Veremos agora os mais famosos líderes, que nos jogos apareciam como "chefões":

Mother Brain: Aainteligência artificial que controla e monitora o sistema do Planeta Zebes, foi críada pelos Chozo, e não se sabe como se uniu aos piratas.

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Ridley: Apesar de ser o líder dos Piratas (embora a série Prime dê a entender que serve a uma força ainda maior), geralmente toma a frente nos ataques, não sendo passivo e sempre indo para a bataçha, por exemplo, invadindo sozinho a Colonia Espacial de Ceres e roubando a larva de Metroid.

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Kraid: quase nada se sabe sobre Kraid, mas ao que parece , ao contrário do autamente inteligente Ridley, Kraid tem poucas habilidades intelectuas, por isso é sempre deixado para guardar coisas importantes para os piratas, graças a seu tamanho avantajado.

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Os Chozo

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Na imagem, o Chozo está no canto superior direito.

O misterioso povo que criou os Metroids, Mother Brain, a Power Suit.
Possuem técnologia bastante avançada, antigamente habitavam o Planeta SR-388, depois mudaram-se para Zebes, durante os jogos da série não se viu um Chozo vivo, o que sugere que podem ter sido instintos, o que provavelmente será mostrado no mangá, visto que o mesmo contará a origem de Mother Brain, e para mim ela foi a razão do fim(se é que houve um fim) dos Chozo.

***

E essa foi a segunda parte de nosso especial, na próxima parte, veremos o jogo que deu origem a tudo, Metroid para NES.